Romance premiado pela Petrobras se destaca pela riqueza de seus personagens e pelo enredo misterioso

26/11/2008 — Assessoria de Comunicação

Leia capítulo do livro

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Um dos vencedores do Prêmio Petrobras Cultural 2007 na categoria Literatura, Peixe Morto, de Marcus Freitas, é uma obra que chama atenção pelo apuro estético do texto, pelo enredo surpreendente e instigante e pela narrativa bem costurada, que embala o leitor. O livro chega ao mercado, pela Autêntica Editora, no próximo dia 02/12 (terça-feira), quando será lançando, a partir das 19h, na Livraria da Travessa, em Belo Horizonte. É a partir de uma pergunta que atormenta o personagem central que a história se desenrola: “Mas quem poderia ter matado Ascânio Guedes?”.

Por trás desse mistério, fatos intrigantes capturam o leitor aficionado por um suspense criativo. Segundo o autor, os elementos da trama surgiram, principalmente, de três pontos: “relatos de viajantes no Brasil do século XIX, uma velha paixão minha, e o fato de a história se passar na Lagoa da Pampulha, ponto emblemático da capital mineira. Outro elemento importante nasce do meu encanto com aquela paisagem e da vontade de escrever uma história toda localizada em Belo Horizonte, mas que fosse universal”, conta.

“Com a água correndo sobre o corpo, já mais acostumado à temperatura, comecei a pensar que o procedimento do assassino poderia ser menos uma forma de me incriminar – dispositivo ridículo, pela sua obviedade – e muito mais uma ameaça, oculta para a polícia e explícita para mim, como a dizer: ‘se abrir o bico, morre também’.“ Trechos como esse dão o tom ao thriller criado por Marcus Freitas, história de um personagem que vê sua vida mudar quando vestígios de um crime brutal apontam para o seu trabalho de historiador das ciências especializado em Criacionismo. Sexo e poder são ingredientes que, aliados à uma boa dose de suspense, fazem de Peixe Morto uma leitura impactante e prazerosa. De acordo com o autor, isso se deve, também, ao fato de que se trata de uma história policial contada pelo suspeito, e não pelo investigador, o que seria mais comum.

Confira o que diz o autor:

1. Como surgiu a idéia de escrever o livro? Bem, sempre escrevi poesia, e acalentava há muito tempo o desejo de escrever prosa de ficção. Trata-se portanto de uma atitude deliberada, e não de simples inspiração. O fato de ser um romance sobre um crime nasce de minha atração pelo romance de aventura, pelo filme policial, pela novela de suspense, ainda que a minha história seja bastante heterodoxa, por não ser contada pelo investigador, e sim pelo suspeito.

2. De onde surgiu a inspiração para a história do Peixe Morto? Bem, os elementos da trama surgiram de vários lugares, e muitos deles nem eu mesmo saberia dizer a origem. Mas posso apontar pelo menos dois: a) parte da história envolve relatos de viajantes no Brasil do século XIX, uma velha paixão minha; b) o fato de a história se passar na Lagoa da Pampulha, outro elemento importante da trama, nasce do meu encanto com aquela paisagem e da vontade de escrever uma história toda localizada em Belo Horizonte, mas que fosse universal.

3. Por que você acha que a obra foi contemplada pelo Prêmio Petrobras? A Comissão Julgadora apostou no fato de que a sinopse e os primeiros capítulos que apresentei no ato da inscrição ao prêmio apontavam para uma narrativa atraente, colorida e bem arquitetada. Em suma, o que eu apresentei à Comissão do prêmio e ora apresento ao público é nada mais do que uma história bem contada. Penso que foi essa pretensão de contar uma boa história o que me fez ser contemplado.

Marcus Freitas nasceu em 1959 em Belo Horizonte, onde vive. Casado, tem uma filha de sete anos. Mora no bairro histórico da Pampulha, cartão postal da cidade, onde se passa a ação deste Peixe Morto. Além de ficcionista, poeta e ensaísta, leciona na Universidade Federal de Minas Gerais. É autor, entre outros, do premiado ensaio “Hartt: expedições pelo Brasil Imperial, 1865-1878” (Prêmio Jabuti 2002, Menção Honrosa na categoria Biografia) e de No verso dessa canoa, coletânea de toda a sua produção poética entre 1993 e 2005. A publicação, pela Autêntica Editora, de Peixe Morto, um dos ganhadores do Prêmio Petrobras Cultural 2007 na categoria literatura, marca sua estréia no romance.

O livro Peixe Morto foi selecionado no edital de Criação Literária do Programa Petrobras Cultural.

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