Histórias no varal. Três cordéis de romance e aventura
de Cordeis de João Melquíades Ferreira da Silva e Francisco das Chagas Batista, Cristina Antunes (organizadora) (autoria), Ciro Fernandes (ilustração)

Sinopse

Em todo o mundo e em todas as culturas, além da literatura escrita, sempre existiu a tradição da literatura oral, e no Brasil não é diferente: em prosa ou em verso, os poetas populares cantam e contam e registram suas histórias por escrito. Essa literatura popular em versos é chamada de literatura de cordel. Ela pode ser definida, de maneira simples, como poesia narrativa, popular, impressa em folhetos.

Na maior parte das vezes, as histórias de cordel têm como núcleo um conjunto de problemas que devem ser solucionados pela inteligência e sagacidade do personagem

Páginas: 80 • Formato: 15,5 x 22 cm • Acabamento: Brochura • ISBN: 9788582355282 • Código: 0674L18602 • Editora Gutenberg • Edição: 1
Tema: Ficção, mistério e fantasia. Gênero: Conto


Autoria

João Melquíades Ferreira da Silva nasceu em Bananeiras, Paraíba, em 7 de julho de 1869 e faleceu em João Pessoa em 10 de dezembro de 1933. Cantador e poeta, é considerado um dos grandes nomes entre os primeiros autores de cordel. Atribui-se a ele a autoria de 36 folhetos.

Francisco das Chagas Batista nasceu na Vila do Teixeira, Paraíba, em 5 de maio de 1882 e faleceu em João Pessoa em 26 de janeiro de 1930. Em 1913 fundou a Livraria Popular Editora e se firmou como um dos intelectuais da época. Em 1929 publica o livro Cantadores e poetas populares. Não se sabe quantos folhetos produziu.

Cristina Antunes (organizadora)
Curadora da Biblioteca José Mindlin, é graduada em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e tem especialização em Paleografia pelo Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB-USP). Publicou a transcrição paleográfica e tradução dos manuscritos São Paulo de Edmund Pink e As excelências do governador: o panegírico fúnebre a D. Afonso Furtado, de Juan Lopes Sierra (Bahia, 1676). Publicou também Memórias de uma guardadora de livros (2004) e diversos artigos relativos ao acervo da Biblioteca Mindlin, além de traduções de várias obras.

Ilustração

Ciro Fernandes
Um dos maiores nomes da xilogravura brasileira, nasceu em Uiraúna, Paraíba, e vive desde os 17 anos no Rio de Janeiro. Desde então, tem feito pinturas, desenhos e xilogravuras para capas de livros de importantes autores brasileiros, para jornais, como o antigo Jornal do Brasil, revistas, folhetos de cordel de poetas da Feira de São Cristóvão, no Rio.