Autêntica anuncia seus projetos editoriais de 2009. Confira!

03/04/2009 — Assessoria de Comunicação

ÉTICA – edição monolíngue

Autor: Spinoza
Tradução: Tomaz Tadeu

Edição monolíngue de um dos livros de maior destaque da Autêntica, traduzido cuidadosamente para a língua portuguesa por Tomaz Tadeu. Há duas outras traduções em português, uma feita em Portugal, outra, no Brasil. Ambas dos anos 1950. Trata-se de um dos textos fundamentais do pensamento ocidental e de uma das obras mais magnânimas da história da Filosofia, era necessário, portanto, uma tradução atualizada para Ética. Essa edição monolíngue e mais econômica torna o texto mais acessível pelos universitários e interessados em filosofia clássica.

Previsão de lançamento: março/2009

MANUAL DO DÂNDI – A VIDA COM ESTILO
Autores: Charles Baudelaire, Balzac e D’Aurevilly
Tradutor: Tomaz Tadeu

“Uma maneira de se vestir? De se portar? Um estilo de vida? Submissão à moda? A sua invenção? Conformidade? Originalidade? Impassibilidade? Uma atitude? Uma prática? Uma visão de mundo? Uma filosofia? Hipertrofia do cuidado com a aparência? O que é, afinal, o dandismo? Um fenômeno britânico do século XVII? Um discurso francês do século XVIII? Uma mania passageira? Uma tendência universal? Frio? Fleumático? Elegante? Pedante? Ruidoso? Escandaloso? Imperturbável? Quem é, afinal, o dândi? George Brummell. D’Orsay. Charles Baudelaire. Oscar Wilde. Robert de Monstesquiou. Marcel Proust. João do Rio. Santos Dumont. Christian Dior. Quem foi, quem é dândi? Não importa: o dandismo vive! Numa literatura que não pára de crescer. Em recantos da Internet. Na obsessão contemporânea com o estilo e com a aparência. Não o mesmo, nem o mesmo nome, talvez. Mas o mesmo espírito, a mesma determinação a viver a vida com estilo. Os textos reunidos nesse livro constituem uma espécie de suma do dandismo. Baudelaire dá-lhe sua expressão mais sintética. Balzac tenta, ainda que indiretamente, fixar-lhe os princípios. D’Aurevilly traça-lhe o retrato vivo: George Brummell.
Ser dândi: não é para todos. Só para os happy few, como queria Stendhal, que talvez tenha sido um.”

Previsão de lançamento: abril/2009

MEU CORAÇÃO DESNUDADO
Título original: Mon coeur mis à nu
Autor: Charles Baudelaire
Tradutor: Tomaz Tadeu

A obra é uma reunião de manuscritos deixados por Charles Baudelaire, papéis avulsos, soltos e sem ordem, entregues mais tarde ao escritor e crítico de arte Charles Asselineau, que posteriormente deixou-os a Auguste Poulet-Malassis, editor de várias publicações de Baudelaire. O livro reúne três textos: “Rojões”, produzido, segundo os escritores Crepet e Blin, entre 1855 e 1862; “Meu coração desnudado”, escrito entre 1859 e 1866, e “Higiene”, do mesmo período.

Previsão de lançamento: abril/2009

O SÉCULO DE BORGES
Autora: Eneida Maria de Souza

O livro chega em sua 2ª edição, desta vez ampliada com o capítulo “O verbete Borges”. A obra, composta por 11 ensaios, recria e reconta o universo de Borges a partir de determinadas situações vividas pelo artista. Temas como o exílio, as guerras, a cegueira e a morte reduzem os dilemas do homem contemporâneo ao serem imaginados a partir de uma leitura crítica atenta às particularidades do século 20, borgiano.

Previsão de lançamento: abril/2009

O OLHAR DE BORGESUMA BIOGRAFIA SENTIMENTAL
Título original: La mirada de Borges
Autora: Solange Fernández Ordóñez
Tradutora: Cristina Antunes

A obra O olhar de Borges – Uma biografia sentimental, da argentina Solange Fernandez Ordoñez, traduzido por Cristina Antunes, aborda todo o universo do escritor Jorge Luis Borges. O livro foi trabalhado a partir dos cadernos manuscritos do escritor, que os deixou sob a guarda de seu advogado pessoal, pai de Solange Ordoñez. O material deixado por Borges foi produzido desde os anos 1920 até início da década de 1950, quando o escritor já havia perdido parcialmente a visão. O olhar de Borges – Uma biografia sentimental promete ser um dos mais importantes lançamentos da Autêntica em 2009.

Previsão de lançamento: abril/2009

A HISTÓRIA OU A LEITURA DO TEMPO
Autor:Roger Chartier
Tradutora: Cristina Antunes
Esse ensaio reflete sobre as interrogações que permeiam, hoje em dia, a escritura da história. Desde os anos 1970 e com as obras de Paul Veyne, Hayde White e Michel de Certeau, os historiadores discutem duas questões essenciais: por um lado, a tensão entre a forma retórica e narrativa da história, partilhada com a ficção, e seu estatuto de conhecimento comprovado; por outro, a relação entre o lugar social em que a história como saber se produz (agora a universidade, anteriormente a cidade antiga, o mosteiro, as cortes, as academias) e seus temas, suas técnicas e sua retórica. Recordando e deslocando essas questões clássicas, esse ensaio insiste em três problemas mais recentes: 1) A concorrência para a representação do passado entre história, literatura e memória; 2) As possibilidades e os efeitos da comunicação e da publicação eletrônicas sobre a investigação e a escritura históricas; 3) A construção da relação entre as experiências do tempo e a constituição do relato histórico.

Previsão de lançamento: maio/2009

UMA HISTÓRIA DA INVENÇÃO – DO MACHADO DE PEDRA AOS CHIPS DE SILICONE
Trevor I. Williams
Título original: A History of invention: From Stone Axes to Silicon Chips
Atualizado e revisto por William E. Schaaf, Jr. e Arianne E. Burnette
Tradutora: Cristina Antunes
Esse livro é pra leitores que procuram informações sobre invenções – do passado e do presente. Uma história da invenção leva os leitores a uma viagem fascinante que começa com as mais primitivas ferramentas e armas e termina com os últimos avanços tecnológicos nas comunicações, ciências, engenharia, construção, medicina, transporte, arquitetura, agricultura e tecnologia espacial. Um dicionário biográfico destaca os indivíduos que fizeram dos avanços uma realidade, através de um índice com toda a informação desses inventores.

Previsão de lançamento: maio/2009

VOCABULÁRIO FOUCAULT
Autor: Edgardo Manuel Castro
Título original: El vocabulário de Michel Foucault – Un recorrido alfabético por sus temas, conceptos y autores
Tradutor: Ingrid Müller Xavier
Revisão Técnica: Alfredo Veiga-Neto e Walther Kohan
Com mais de 400 páginas e centenas de verbetes sobre os principais temas da obra do filósofo, Vocabulário Foucault é um dos títulos de maior destaque da Autêntica no primeiro semestre. Trata de uma ferramenta fundamental para os interessados no pensamento de Michel Foucault. Não se trata, pois, de uma exposição do pensamento de Foucault, mas de um instrumento de trabalho. Na redação dos verbetes, não há uma interpretação pessoal, mas uma síntese de seus sentidos mais relevantes e uma referência de onde ele aparece na obra de Foucault. Essa obra não pode estar ausente de biblioteca de quem se interessar em pesquisar os conceitos fundamentais do pensamento de Foucault.
A obra conta com a revisão técnica dos professores Alfredo Veiga-Neto e Walter O. Kohan.

Previsão de lançamento: junho/2009

ABECEDÁRIO DE CRIAÇÃO FILOSÓFICA
Organizadores: Walter Kohan e Ingrid Müller Xavier
A filosofia diz respeito a olhar de certa maneira o mundo, partindo do que está mais perto da gente. O tratamento que nesse livro é dado a cada palavra, na tentativa de ir além do dicionário, responde a essa ideia. Aqui, a criação de conceitos parte da concretude de uma barba, um índio, uma janela, para não deixar dúvidas da proximidade entre a filosofia e o quotidiano. Os conceitos tradicionais da filosofia, como amizade, pensamento ou justiça, também são concretos, embora pareçam abstratos e muitos filósofos não contribuam para perceber seu caráter concreto. Nesse sentido, o Abecedário de criação filosófica é um exercício despretensioso, mas também inusitado de pensamento-escrita: é um sinal de que não é necessário negar o mais próximo ou repetir o mesmo ao educar o pensamento, ao aprender a pensar com outros. É também um gesto que afirma que ninguém poder ser excluído do mundo da filosofia; que não importa a idade, a classe social, a raça, o gênero, há o direito inegável a pensar e a escrever e, mais ainda, a pensar-se e a escrever-se. É também um exercício de escrita-pensamento, um convite, uma mão dada, um sorriso para outras escritas-pensamentos. Por isso seus verbetes incluem exercícios ou atividades para transpor os limites do próprio livro. Também por isso ele é irregular, imperfeito, incompleto: algumas letras dão lugar a mais de uma palavra; outras, a uma; e alguma, como a letra x, a nenhuma palavra, para sugerir que o leitor pode escrever junto. Eis a aposta do Abecedário de criação filosófica: abrir-nos a uma atenção curiosa com o próximo que nos rodeia, e atiçar o desejo de demorarmo-nos nele e recriá-lo no pensamento-escrita.

Previsão de lançamento: junho/2009

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