Luis Alves 



É necessária uma bússola singular a cada individuo: a sua própria mente. Sem ela não há direção, não há conhecimento. Ela abriga nossas referências, experiências, impressões e traduz nossos valores e comportamentos. O autor reconhece que o autoconhecimento é um dos grandes desafios dos seres humanos, uma vez que costumamos recair no conforto do autoengano.
Com uma narrativa inquietante e criativa, o autor aborda, entre outros temas desse universo misterioso e fascinante, a diferença entre mente e cérebro, e contribui para o seu maior entendimento e para a compreensão do significado da vida.
Creusa Medeiros 



Sou grata ao autor por esta linda e inspiradora obra.
Refletir sobre as questões e informações nele, está sendo significativo em vida.
“Que é passageira e não um porto seguro…”
Estou hoje conciente da importância de me manter no presente!Sendo menos ansiosa pelo futuro.Preenchendo o presente com minha presença integral.
Estou vivendo e vendo o mundo por ângulos diferentes, como co-autora presente, responsável e ativa, e não mais como observadora ansiosa a deriva.
“O espaço que habitamos e o tempo que vivênciamos…” Aprendo a compreender melhor as dimensões do meu espaço e tempo no mundo…Tendo sempre em reflexão que:“Perder a própria presença é ser levado ao nada do futuro…E esse tempo é vazio……”
Por tudo isso, por este lindo trabalho, Muito obrigada.
Leila Mendes 



Pedro Paulo Monteiro oportuniza-nos uma leitura encantadora. Ao mesmo tempo em que nos informa, transpira poesia. Fala da vida, da escrita, da velhice, das ciências, do cérebro, numa linguagem cotidiana sem, no entanto, ser banal.
Rose Grazinoli 



Um dos melhores livros sobre a mente.
Sem dúvida alguma é um dos melhores livros que já tive oportunidade de ler. Encanto-me ao ler tudo que este autor escreve, porque ele consegue tratar temas que podem ser considerados como científicos com um lirismo excepcional. Neste livro, em especial, ele se supera. É impressionante como se desnuda para seu público e como alia poesia a um pensamento racional, não perdendo seu status de pesquisador, sempre trazendo temas importantes e super atuais. Também não posso deixar de citar – e isso foi maravilhoso – foi como me transportei para minha infância e juventude através do discurso do autor. Inúmeras imagens que a escrita traz me transportaram -chegando a me emocionar – para um tempo em que vivi e que foi muito parecido com o que o autor viveu – nos cheiros, nos gostos, nas palavras ouvidas e maneira de sentir a família e o mundo!